sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Bilhetes de Metrô, Trem e afins - São Paulo

Eis alguns bilhetes magnéticos do Metrô de São Paulo (unitários, múltiplos, fidelidade, de desempregado etc.), bem como bilhetes da companhia de trens metropolitanos/urbanos/suburbanos (CPTM) e do trólebus (EMTU) -- a maioria eu guardei ao longo dos anos e os mais antigos ganhei de "presente":





Aqui, a pastinha onde eu guardo esses bilhetes (e tíquetes de outros países), bem como alguns mapas e coisas relacionadas a metrô, trens e trilhos em geral:


Não diria que são itens de colecionador nem relíquias, mas guardar coisas como essas é só mesmo para quem gosta...

Abraços e bom final de semana a todos!

Leandro M:-D>
10jan13
"Nada faz com que a Terra pareça tão espaçosa como ter amigos à distância; eles fazem as latitudes e longitudes." (Henry David Thoreau)
np – Madredeus - O Ladrão



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Coisas de Cataguases: Maritacas Invasoras de Telhado

Esses pássaros são bonitinhos, mas estavam tentando invadir o telhado da casa e fazer ninho lá dentro.
Para isto, as maritacas começaram a destruir ripas de madeiras e telas de arame só para poder entrar.
E o pior: lá dentro elas podem comer os fios elétricos e de telefone e fazer um estrago maior ainda.



Peguei um cabo de vassoura, coloquei um saco plástico na ponta e fiquei balançando, para tentar espantar as aves (nada de bater nelas, pelo amor de Deus).

Eles fugiram, mas ficaram em uma árvore próxima só me olhando.
E logo que eu dei as costas, elas voltaram para o "trabalho".
Mais uma vez eu as espantei, eles se afastaram de novo, mas logo voltaram.

Desisti e as deixei detonando o beiral...

Abraços,

Leandro M:-D>
dez2013
"A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados." 
(Apparício Torelly, o Barão de Itararé)
np - Faith no more - Edge of the world





segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sem dó de cortar o cabelo

No último post (cliquem aqui) falei sobre a doação de cabelo que fiz.

Teve gente, espantada, que falou para mim: 

"Nossa, você cortou cabelo! Mas ele estava tão comprido...".

Oras, eu não tenho dó, não! 
Se ele cresceu uma vez, vai crescer de novo (até um certo limite de idade, antes da calvície, claro). 

E eu já tive cabelo comprido outras vezes; e me livrei dele sem medo -- algumas vezes no barbeiro/cabeleireiro, outras vezes em casa mesmo (como visto abaixo, em 2007).









Assim como a barba. Se está grande, corto. Se está curta, deixo crescer. Se quero fazer uma trança, faço. Se enjoei da trança, tesoura nela. Simples assim!

Abraços e desapeguem.

Leandro M:-D>
dez2007/dez2013
"O medo é o caminho para o lado negro. 
 O medo leva à raiva, 
 a raiva leva ao ódio, 
 o ódio leva ao sofrimento."
(Mestre Yoda)
np - The Good, The Bad, and The Ugly - Ukulele Orchestra of Great Britian




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Cabelos: não vendam, doem!
Pensem no Câncer...

Essa informação eu fiquei sabendo esses dias: existe a doação de cabelos para hospitais do câncer, inclusive infantil! (a queda de cabelo é uma das reações que podem ocorrer com alguns tipos de quimioterapias)


Mona Lisa na campanha contra o Câncer.

Resolvi averiguar a dica. Procurei no Google, mas não achei muita coisa sobre esse tipo de doação. 

Então procurei o nome e contato das instituições que cuidam de crianças com câncer, e fui telefonar uma por uma. 

Algumas me responderam que não têm estrutura para receber e cortar o cabelo -- que só aceitam a doação da peruca pronta.


Nino, o mascote da ITACI.

Um dos que achei na relação foi o ITACI - Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, que fica em Pinheiros, na zona oste da Capital São Paulo. 
Site http://www.itaci.org.br/, telefones: (11) 2661-8962, 2661-8963 ou 2661-8968






Telefonei para o ITACI e me pediram para ligar para a parceira AÇÃO SOLIDÁRIA, e falar com a Sonia, Darci ou Fabiana no telefone 3082-9794.


Conversei por telefone com a Fabiana e resolvi ir até o local, na Rua Oscar Freire, 1990 (veja no Google Maps aqui).
A fachada do Bazar da Ação Solidária.


Eles mesmo não cortam a cabeleira, mas a Fabiana me acompanhou ao salão de cabeleireiro ao lado e cortei lá. Daí, cada mecha que a cabeleireira foi tirando, ela ia amarrando bem forte com elásticos, para que os fios não se perdessem.





O herói Super-Nino e parceria com a Fundação Criança.
Acabando a tosamento (que o salão nem cobrou os R$35 do corte masculino), voltei ao bazar da Ação Solidária e entreguei minha contribuição capilar.

Um belo trabalho que essa organização faz, e fui muito bem atendido. Depois descobri que eles também tem o site 
http://www.acaosolidaria.org.br/. 



Voltando sobre minhas buscas na internet, eu tinha visto algo sobre campanhas de doação de cabelo em Espírito Santo e Minas Gerais, até que uma das campanhas chamava "doe seu rabinho" ;-). 
E alguns sites de outros países eu também vi pessoas doando, inclusive com fotos orgulhosas da doação, como essas:

Antes...


... durante ...


...e depois da doação.

Mas em São Paulo, pelo jeito, o negócio não está sendo tão bem divulgado. Inclusive a moça do salão me disse que são poucas pessoas que vão lá para fazer essa doação. Inclusive, algumas clientes me olhavam com estranheza, pois não acharam comum uma pessoa com o cabelo de quase meio metro tendo os tufos cortados e guardados e depois passando a maquininha.

A Turma da Mônica na campanha contra o Câncer.
Para ser sincero, eu até tinha tentado vender a cabeleira na Rua Riachuelo (o Rei dos Cabelos), na Galeria do Rock/Grandes Galerias (Salão do Índio/Ísis) e na Galeria Black/Galeria Presidente (várias lojas e salões especializados). 

Mas como eu frequentemente raspo nas laterais e atrás da cabeça, o volume do meu cabelo é menor que o normal, e embora o comprimento seja grande, o peso não é o suficiente, e ninguém quis comprar...
Ah, e quando fiquei sabendo que existe a tal doação de cabelo, não pensei duas vezes: desisti da possível venda e quis ajudar!!

E, por coincidência (ou não), no caminho de casa até o bazar da doação achei esse cartaz pregado em uma muro na rua:


AS MELHORES COISAS DA VIDA
NÃO SÃO COISAS
Não precisa falar mais nada, né? ;-D

Eu até iria usar esse post de número 486 para falar sobre algo relacionado a computadores (saudade do meu primeiro micro, um 486 DX2 66), mas essa do cabelo me pegou de surpresa e precisei escrever (e fazer) sobre isso!

Abraços e pensem sobre as coisas que podem fazer vocês e outros felizes!


Leandro M:-D>
19dez2013
"Se estás ajudando na expectativa de que te agradeçam, deixa de fazê-lo. 
 Evita, assim, decepções. 
 Se o que fazes é pelo simples gosto de ajudar, continua. 
 Já estás sendo pago."
(Prof. Hermógenes) 
np – Madredeus - maio maduro maio



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A cura da unha!

Já que começamos um ano novo hoje, e ano novo sempre é tempo de inícios e reinícios, hoje temos aqui no blog um exemplo de renovação. Vejam as fotos (com e sem zoom da lupa):


ANTES
Uma unha doente, em maio de 2011:








DURANTE
A mesma unha, ainda no tratamento da micose, em março de 2012:





DEPOIS
A mesmíssima unha, sã e salva, em dezembro de 2013, após o tratamento da podreira:







Aleluia, irmãos! Ueba!
Mas não é mágica: é medicina!


Por isso, a dica: procurem sempre um médico -- no caso, um dermatologista! 



Foi um remédio (em forma esmalte) que o dotô receitou. E o mesmo foi aplicado na unha zoada uma vez por semana (após lixada e limpa com um álcoolzinho que veio junto) por vários e vários meses.


O bichinho não foi barato, o frasco custava mais de cem reais -- mas pelo tempo que durou (e pelo resultado) valeu muito a pena! 


Só não vou falar o nome do produto para não incentivar a auto medicação. Como eu disse: procure um médico! Já vi remédios funcionarem para uma pessoa, mas não para outra...



Abraços, feliz 2014, tenham esperança e perseverança que tudo se resolve (até unha carcomida)!

Leandro M:-D>
Mai2011/Mar2012/Dez2013
"Não há borboletas sem a morte das lagartas."
np - Nena - 99 luftballons



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Coisas de Buenos Aires: Máquinas de Camisinhas

Ideia bem interessante que vi em alguns banheiros em Buenos Aires, capital Argentina, em 2010: máquinas de preservativos (ou camisinhas, ou camisas de vênus, ou condom, ou durex, ou chapéu de guarda, ou meia do amor, ou capa, ou borracha, ou camisolinha).

Eis:


Café Panini
 Shopping Galeria Pacifico
 Restaurante Siga La Vaca


Só fui ver isso em São Paulo também muito tempo depois -- e como há anos que não frequento bares e baladas, nem sei se existe esse cuidado e incentivo ao sexo seguro para o pessoal que sai na night, como vi na terra dos hermanos.

Bem, se protejam nesse final de ano para não terem surpresas em Setembro!

Abraços, se cuidem e nos vemos em 2014!

Leandro M:-D>
09set12
"Máquinas mais pesadas do que o ar são impossíveis."
(Lord Kelvin, presidente da Royal Society, 1895)
np - Mano Negra - Indios de Barcelona



sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Coisas de Minas: Lanterna Verde (e Vermelha)

Perto do Natal de 2009, passeando por Minas Gerais, fomos andar no famoso trem turístico entre as cidades de Tiradentes e São João Del Rei. E nesta segunda cidade, vi algumas lanternas, lampiões, faróis e sinalizadores no belo Museu Ferroviário que existe lá.

E vendo esses utensílios, e sendo fã de quadrinhos de super-heróis, não tem como não associá-los à lanterna dos personagens chamados de Lanterna Verde -- PS: na verdade, acho que o nome traduzido do Inglês para o Português seria mais para um "lampião" (lantern) do que uma "lanterna" (flashlight), mas beleza!

Voltando à comparação: e mais especificamente pensei no primeiro Lanterna, o Alan Scott, que inclusive apareceu na HQ que contou sua origem com uma lanterna/lampião/farol dentro de uma locomotiva.

A bateria de energia do Lanterna Verde de São João Del Rei.

Mesmo vestindo uma camiseta do Robin,
as cores verde e vermelha (e até a amarela)
combinaram como o uniforme do Lanterna Verde original.

Lanterna Verde do Setor Minas.

Alan Scott, também chamado de Lanterna Verde da Era de Ouro,
Lanterna Verde da Terra Paralela, Lanterna Verde da Terra 2 ou Sentinela,
é um super-herói fictício da DC Comics, e o primeiro herói terrestre (e também dos quadrinhos)
a se chamar Lanterna Verde, muitos anos antes de Hal Jordan.
Alan é um conhecido membro da Sociedade da Justiça.
O personagem foi criado pelos artistas Martin Nodell e Bill Finger.
Sua primeira aparição foi na edição 16 da revista All-American Comics, em Julho de 1940.
Nodell se inspirou no trabalho de um funcionário do metrô de Nova Iorque,
que orientava o tráfego dos trens com duas lanternas:
uma de cor vermelha para parar os trens e outra de cor verde para liberá-los.
Nodell também se inspirou na lenda de Aladim e sua lâmpada mágica.
(fonte: Wikipedia)
Carregando as energias do anel durante o juramento do Lanterna Verde

Hal Jordan, o mais famoso Lanterna.
"Eu sou o máximo!".

O debochado Guy Gardner reclama o que era para ter sido seu originalmente.
"Perdeu, playboy, perdeu! Passa a lanterna!"


Abraços e fiquem em paz!

Leandro M:-D>
dez2009/dez2013
"No dia mais claro, na noite mais densa,
 o mal sucumbirá ante a minha presença.
 Todo aquele que venera o mal há de penar
 quando o poder do Lanterna Verde enfrentar!"
(juramento do Lanterna Verde)

np - Pro-Pain - Johnny Black