Gostei desse texto e resolvi postar aqui no blog. Recebi por e-mail e achei em vários blogs, mas no http://waldirsantos.com.br/interessanteisso achei interessante terem comentado também sobre real a autoria do texto.
Antes de ler o texto, eu já havia comentado com umas pessoas sobre algo parecido com isso, mas usando a comparação Presidenta X Gerenta! Rsrs! Nem vou escrever nada sobre o assunto, pois o texto abaixo é bem bacana e completo!
Antes de ler o texto, eu já havia comentado com umas pessoas sobre algo parecido com isso, mas usando a comparação Presidenta X Gerenta! Rsrs! Nem vou escrever nada sobre o assunto, pois o texto abaixo é bem bacana e completo!
Bom proveito e até a próxima.
Leandro M:-D>
"A São Paulo que fala 'dois pastel' e 'acabou as ficha' é um horror. Não acredito que o fato de ser uma cidade com um grande número de imigrantes
seja uma explicação sufuciente para esse 'português esquisito' dos paulistanos.
Na verdade, é inexplicável."
(Pasquale Cipro Neto)"
np - Plastiscines - lost in translation
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?
Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?
Presidenta???
Mas, afinal, que palavra é essa totalmente inexistente em nossa língua?
Mas, afinal, que palavra é essa totalmente inexistente em nossa língua?
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| Retrato feito por Romero Britto |
Bem, vejamos:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante… Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.
Este texto é de autoria desconhecida, e foi atribuído falsamente a Miriam Rita Moro Mine, da Universidade Federal do Paraná. Veja abaixo o desmentido dela:
“Nunca escrevi absolutamente nada sobre a existência ou não da palavra “presidenta”. Meu nome está sendo usado indevidamente como autora de um texto que circula na internet e na imprensa.
Sou professora da Universidade Federal do Paraná – UFPR, Departamento de Hidráulica e Saneamento, graduada em “Engenharia Civil “ e com pós-graduação em cursos de “Engenharia“ (Mestrado e Doutorado) e professora de cursos de “Engenharia” na UFPR (ver meu Curriculum Lattes – www.cnpq.br – plataforma lattes)
Eu jamais escreveria um texto que não fosse da minha área de atuação.
Miriam Rita Moro Mine”
Universidade Federal do Paraná
Departamento de Hidráulica e Saneamento
Caixa Postal 19011
81531-990 Curitiba – PR
Departamento de Hidráulica e Saneamento
Caixa Postal 19011
81531-990 Curitiba – PR

